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Inteligência emocional

Porque ela pode importa mais do que QI

Inteligência emocional, , por <a href=http://www.resumido.com/catalogo/?t=a&d=daniel_goleman>Daniel Goleman</a>Escrito por: Daniel Goleman

Assunto: Gestão de Competências

Título original: Emotional Intelligence


Sumário executivo do Inteligência emocional

A evolução tem provisto ao ser humano de emoções, para ajudar-lhe a lidar com situações perigosas—lhe permite atuar em frente ao perigo. Depois de milhões de anos, ainda possuímos o sistema emocional dos homens da pré-história, que se enfrentavam regularmente com situações de vida ou morte.

Na era moderna, as emoções frequentemente superam o pensamento. De certa forma, nós seres humanos temos duas mentes, uma racional – que pensa e reflexiona, e outra que sente – é impulsiva, poderosa e ás vezes ilógica.

Estas duas mentes funcionam em harmonía e equilíbrio na maior parte do tempo, entrelaçando suas diferente formas de conhecimento para guiarnos pelo mundo. A emoção alimenta e informa as operações da mente racional, e essa última ás vezes depura e ás vezes bloqueia a energía produzida pelas emoções.

Algumas vezes os sentimentos intensos permítem a mente emocional dominar a mente racional.

As fortes emoções interferem com o lapso da atenção e com cada aspecto do pensamento. Mesmo assim, nossa meta jamais deve ser eliminar a emoção, mas sim achar um equilibrio inteligente entre a razão e a emoção.


Sobre Inteligência emocional

EditoraBantam Books
Ano1997
Número de páginasS352
Avaliação Amazon
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Conteúdo do Inteligência emocional

Índice conteúdo


Co-eficiente intelectual e inteligência emocional


O co-eficiente intelectual (CI) contribui com apenas 20% do nosso êxito na vida – os 80% restantes são o resultado da inteligência emocional, que inclui fatores como a habilidade de auto-motivação, a persistência, o controle dos impulsos, a regulação do humor, a empatía e a esperança.

O CI e a inteligência emocional não são destrezas opostas – mas trabalham de forma separada. É possível ser intelectualmente brilhante, mas emocionalmente inepto. Isso causa a maioria dos problemas na vida.

Salovey, psicólogo da Yale, cita 5 áreas principais da inteligência emocional:

1.- Conhecer as própias emoções: A consciência de si mesmo é a chave da inteligência emocional. A incapacidade de advertir nossos autênticos sentimentos nos deixa á sua mercê. Aqueles que estão seguros de seus sentimentos, tem uma noção mais segura do que sentem realmente com respeito as decisões pessoais.

2.- Guiar as emoções: para que sejam adequadas. Esta é uma propriedade que se baseia na consciência de si mesmo. As pessoas que carecem desta, lutam constantemente contra sentimentos de aflição, enquanto aquelas que à tem desenvolvida, podem se recuperar com muito mais rapidez dos reversos e transtornos da vida.

3.- A própia motivação: Enfileirar as emoções ao serviço de um objetivo é essencial para prestar atenção, para a auto-motivação e para a criatividade. As pessoas que tem essa capacidade tendem à ser muito mais produtivas i eficazes nas tarefas que decidem emprender.

4.- Reconhecer as emoções dos outros: a empatía é uma habilidade fundamental. Aqueles que à tem estão muito mais adaptados aos sutís sinais sociais que indicam que os outros necessitam ou querem. Isto os fazêm melhores em campos profissionais tais como no ensinamento, nas vendas e na administração.

5.- Guiar as relações: a arte das relações é, em grande medida, a habilidade de guiar as emoções dos outros. As pessoas que se destacam nessas habilidades se desempenham bem em qualquer coisa que dependa de uma serena interação com os outros; são estrelas sociais.


À primeira vista, podería parecer que nossos sentimentos são evidentes. Mesmo assim, eles frequentemente se escondem de nós. A auto-consciência emocional é um estado neutro que segue a auto-evaluação, mesmo durante as emoções intensas.

Mayer o denomina estar “consciente do nosso humor e de nosso pensamento sobre esse humor”. Para fins práticos, reconhecer um humor desagradável é sentir o desejo de superár-lo. Esse reconhecimento se distingue dos esforços que fazemos para não atuar movidos por um impulso emocional.

As pessoas costuman adotar estilos característicos para responder e enfrentar as suas emoções:

- Consciente de si mesmo: consciente de seu humor ao momento em que os tem, estas pessoas possuem certa sofisticação com respeito a sua vida emocional. Sua claridade com respeito as emoções pode reforçar outros rasgos de sua personalidade: é independente e está segura de seus própios limítes, boa saúde psicológica e tende a ter uma visão positiva da vida. Quando se põem de mal humor, não reflexionam nem se obsessionam a respeito, e são capazes de superár-lo em seguida.

- Submergido: pessoas que frequentemente se sentem atoladas em suas emoções e incapazes de se livrar delas, como se o seu humor às dominára. Não estão muito conscientes de seus sentimentos, então ficam sujeitas `a eles, em lugar de ter certa perspectiva. Fazem pouco para se livrar do mau humor, se sentem constrangidas e emocionalmente descontroladas.

- Aceitador: mesmo que costuman ser claras à respeito do que sentem, também tem tendencias a aceitar seu humor e não tentam mudár-lo, e a pesar da claridade que tem com respeito ao seu desejo, são suscetíveis em respeito ao mau humor, mas o aceitam sem fazer nada para mudár-lo.


Quando nos tornamos conscientes dos sentimentos, os poderemos evaluar, porque a auto-consciência é a base para a administração das emoções e para ser capaz de sacudir o mau humor.

Escravos da paixão


Um sentido de auto-dominio e a habilidade de suportar as tempestades emocionais tem sido elogiadas como virtudes desde os tempos de Platão. Uma vida sem paixão seria tediosa; a meta é ter as emoções apropriadas, sentir de maneira apropriada as circumstâncias.

Quando as emoções são demasiadamente apagadas, podem criar tédio e distância; quando estão fora de controle e são demasiadamente extremas e persistentes, se tornam patológicas, (como acontece na depressão imobilizante, a ansiedade constrangedora, a fúria ardente e a agitação maníaca).

O controle das emoções é um trabalho de tempo completo. Os extremos – emoções que crescem com exagerada intensidade durante demasiado tempo – socavam a nossa estabilidade. A arte de aliviar a nós mesmos é uma habilidade básica para a vida: alguns dizem que é uma das ferramentas psíquicas mais importantes.

Segundo o desenho do cérebro, temos pouco ou nenhum controle sobre o momento no qual somos arrastados pela emoção ou sobre qual será essa emoção – mas sim temos controle sobre quanto tempo durará. É possível mudar as condutas, e inclusive quando são muito severas e intratáveis, é possível fazer um tratamento, psícoterapia, etc.

Uma das emoções mais difíceis de ser evitada é a ira, em parte devido a que a ira é energizante, e até irrisória. Pode durar horas e criar um estado de emoção que torna as pessoas vulneráveis à provocações.

Quando o corpo já está ao borde, e algo dispara outro arranque emocional, essa nova emoção é especialmente intensa. Uma forma de esfriar a ira é por meio da distração. Sair pode ajudar, assim como exercitar ativamente.

A tristeza e o duelo são emoções que frequentemente aliviam a ira, mas que podem levar à depressão, o que é um perigo. Para quebrar com o ciclo de depressão, é preciso bloquear os pensamentos que à alimentam ao realizar atividades prazeirosas. Estas atividades podem incluir o exercício, atingir um pequeno objetivo, ajudar a outros mais necessitados, ou uma oração.
Uma ferramenta poderosa é a re-estruturação cognitiva, ou, ver a situação desde uma perspectiva positiva.

A aptidão magistral


A motivação positiva é uma chave para alcançar qualquer objetivo. Os atletas, músicos, e grandes professores de xadrez de sucesso se distinguem pela sua capacidade de motivar a sí mesmos para executar uma rotina de treinamento implacável.

Na medida em que as nossas emoções entorpecem ou favorecem nossa capacidade para pensar e planejar, para levar à tona o treinamento necessário para alcançar uma meta distante, para resolver problemas e conflitos, definem o limíte da nossa capacidade para utilizar as nossas habilidades natas, e assim determinar o nosso desempenho na vida.

Uma habilidade crítica é a de reprimir as emoções e atrasar os impulsos, como uma maneira de gratificaçao. Isto é a chave para uma série de esforços, desde fazer uma dieta ou até mesmo a obtenção de um título.

A ansiedade prejudica o intelecto, enquanto que o bom humor fomenta a capacidade do pensamento. As pessoas que são adeptas à impulsar suas emoções podem utilizar a sua ansiedade como motivação.

A relação que existe entre a ansiedade e o desempenho tem sido descrita como uma U ao contrário. Muito pouca ansiedade significa que não existe nenhuma motivação, e que existe um pobre desempenho. Exagerada ansiedade deteriora o intelecto. Os altos desempenhos se encontram no meio, em um estado sutíl chamado “hipomanía”, que é ideal para os escritores e outras pessoas criativas.

A esperança e o otimismo também jogam um papel poderoso na vida. A esperança significa não renderse ante o negativismo ou a depressão. O otimismo significa ter uma forte expectativa de que as coisas vão sair bem. Os otimistas atribuem o fracasso a algo que eles podem mudar, então não se deprimem por isso. O otimismo é uma atitude emocionalmente inteligente que promove o desempenho no mundo dos negócios. Ter ambas qualidades é ser auto-suficiente, a crença de que se tem domínio sobre os eventos da vida e que se pode superar os desafios.

O Fluxo

Os psicólogos tem identificado um estado de alto desempenho chamado ‘fluxo’. Esse é uma inteligencia emocional na sua melhor expressão: ela vem quando agente se compromete completamente com uma tarefa na qual temos muitas destrezas. Por exemplo, os atletas conhecem esse estado de graça como estando ‘na àrea’, quando a excelência não requere nenhum esforço, quando a multidão e os competidores desaparecem, felizmente absorvidos pelo momento.

Ser capaz de entrar no ‘fluxo’ é o ponto ótimo da inteligência emocional; o que se diz respeito à colocar as emoções ao serviço do desempenho e do aprendizado. No fluxo, as emoções não estão somente contidas e canalizadas, mas não são positivas; são estimuladas e alinhadas com uma tarefa de um momento imediato.

Ficar apegado ao tédio da depressão ou na agitação da ansiedade significa estar excluído do fluxo. No entanto, o fluxo é uma experiência que quase todo mundo tem de vez em quando, sobre tudo quando alcança o desempenho ótimo ou chega mais além de seus limítes necessários.

Toda a atenção está enfocada na tarefa. É um estado de felicidade, e inclusive de êxtase. Na verdade, o cérebro se torna calmo nesse estado de fluxo. A tarefa mais difícil pode ser executada usando um mínimo de energía. Qualquer pessoa ou criança que possa alcançar o fluxo desempenhando várias vezes as tarefas quais adoram fazer.

As raízes da empatía


As emoções se expressam raras vezes em palavras; é mais frequente que elas se manifestem por outras vías. A chave para intuir os sentimentos de um outro está na habilidade de poder interpretar os canais que não são verbais: o tom da voz, os gestos, a expressão facial, etc.

Quanto mais conscientes estamos, mais habilidades teremos para ler os sentimentos dos outros. O “rapport”, a essência do cuidado aos demais, surge da capacidade para a empatía. Aqueles que podem ler os sentimentos dos outros são mais ajustados, populares, amigáveis e sensíveis.

A empatía começa desde a infância, com a mimetização motriz, que é o sentido técnico da palavra. Durante a infancia, a empatía surge de uma espécie de imitação física da aflição de outro, que evoca então os mesmos sentimentos no próprio indivíduo.
A sintonía entre a criança e seus pais se produz de forma tácita, como parte do ritmo da relação. Mediante esta sintonía, as mães fazem com que seus filhos saibam que elas tem a noção do que eles sentem. A sintonía reafirma a uma criança, e a faz sentirse emocionalmente conectada. Isto requer de calma suficiente para ser capaz de ler os sinais sutís e não verbais provenientes dos outros.

Sentir o mesmo que outra pessoa é preocuparse. Nesse sentido, o oposto da empatía é a antipatía. A atitude empática intervem uma e outra vez nos juizos morais, porque os dilemas morais implicam vítimas em potência: Você mentiría para não ferir os sentimentos de um amigo ? Cumpriría a promessa de ir a visitar a um amigo doente e em lugar disso aceitaría um convite de última hora de um amigo par ir a jantar ?

As raízes da moralidade devem se encontrar na empatía, já que é o fato de empatizar com os afetados (por exemplo, alguém que sofre de uma dor, um perigo ou uma privação) e de compartir sua aflição no que move as pessoas em atuar para ajudár-las.

As artes sociais


Uma competição social chave é o bem e o mau aonde as pessoas expressam seus próprios sentimentos. É claro que as demonstrações emocionais tem consequências imediatas no impacto que produzem nas pessoas que à recebem.

A maior parte do contato social é muito sutíl e parte desde um intercambio tácito que se produz em cada encontro. Transmitimos e captamos estados de ânimo uns dos outros, no que equivale a uma economía subterrânea da psique na que alguns encontros são tóxicos e outros nutritivos.

Esse intercambio emocional se produz típicamente em um nível muito sutil e quase imperceptível. Por exemplo, a forma em que um vendedor nos diz ‘obrigado’ pode fazer com que nos sintamos ignorados, ofendidos ou verdadeiramnete bem-vindos.

As emoções são contagiosas: nós seres humanos enviamos frequentemente sinais emocionais em cada encontro com os outros, e inconscientemente imitamos as emoções que vemos nos outros.

Esses sinais afetam aos outros. Enquanto as pessoas interatuam, com frequencia se percatam da linguagem corporal da outra pessoa; quanto mais se mostrem sincronía, mais se compartem os estados de animo. Essa coordenação de estados de animo é a versão adulta da sintonía entre criança e pais, e é uma chave determinante da eficiência interpessoal.

Quanto mais habilidosos sejamos socialmente, melhor controlaremos os sinais que emitimos. A inteligência emocional inclui a administração desse intercambio. ‘Popular’ e ‘encantador’ são os termos que usamos para referir-mos à pessoa com quem gostamos de estar, porque as suas habilidades emocionais nos ajudam a sentir-nos bem.

As pessoas que são capazes de ajudar aos outros a acalmar seus sentimentos, possuem um produto social especialmente valioso: são as pessoas as quais os outros acudem quando padecem de alguma necessidade emocional. Todos nós formamos parte da caixa de ferramentas do outro para a mudança emocional, seja para o bem ou para o mau.

Inteligência emocional aplicada


Amor e matrimonio: cada vez mais aumentam os indices de divórcio, em recém casados ou não. Num casal, existem duas realidades emocionais, a dele e a dela. As raízes destas diferenças emocionais, mesmo que possam ser em parte biológicas, também proveêm da infancia, e aos mundos emocionais separados nos que vivem machos e fêmeas.

Estes contrastes no aprendizado das emoções favorecem habilidades muito diferentes. Em geral, as meninas se tornam expertas em comunicar os seus sentimentos, enquanto os meninos minimizam as emoções.

A inteligência emocional pode ajudar a contrapor as tensões pessoais e sociais que fazem com que os matrimonios fracassem.
Em relação as queixas e críticas que surgem entre os casais, é preciso saber criticar uma ação sem atacar a pessoa. Os ataques pessoais deixam os sentimentos das pessoas feridos e os colocam na defensiva.

Para se ter uma ‘boa luta’ é necessário reconhecer que os maus hábitos ao lutar não mudam de um dia ao outro. Se requer de persistência e de uma atitude de alerta. O principal é aprender a estar sereno (dominar os impulsos). Logo, temos que erradicar os pensamentos negativos (‘nunca mais vou aceitar isso’) e escutar e falar sem estar na defensiva.

Gerência: A arrogância de alguns chefes e a má moral que eles criam podem diminuir a produtividade e desmotivar os empregados. A aplicação da inteligência emocional se converte em um método de efeito-custo da gerência organizacional. A chave da inteligência emocional gerencial é a retro-alimentação. Os gerentes devem aprender, não só a dár-la, mas também a aceitar-la inteligentemente.

Temos que ser cuidadosos em não confundir a crítica com o ataque pessoal. Uma crítica construtiva deve ser feita pessoalmente, com empatía, incluindo elogios e enfocando-se em soluções. As pessoas que recebem a crítica deveriam aprender a escutár-la como uma informação valiosa.

Numa economía dominada pelos empregados do conhecimento, o conceito do co-eficiente emocional do grupo é crítico. A habilidade de trabalhar em harmonía e aproveitar os talentos dos membros, oferece as bases para um trabalho em equipe de sucesso.

Medicina: O cérebro emocional está muito relacionado ao sistema imunológico. O ‘stress’ faz com que as pessoas sejam mais suscetíveis à doenças infecciosas. A hostilidade tem sido associada por vários anos à problemas do coração, mas nenhuma emoção negativa pode ter o mesmo efeito.

Os exercícios de relaxação são uma boa opção para esses casos. Os médicos deveríam aprender a guiar os sentimentos em uma forma de prevenção de doenças, assim os pacientes estarão mais sãos se as suas necessidades psicológicas são atendidas também.

Oportunidades


Depois de ter demonstrado a modificação de pautas emocionais que tem sido aprendidas, nos resta uma pergunta importante a ser feita: O que acontece com aquelas condutas que pertencem à nossa herência genética ? Essa variedade emocional cai dentro da gama do temperamento, o que marca uma disposição básica. O temperamento pode ser definido em função do humor que tipifíca a nossa vida emocional; o temperamento nos é dado no nascimento e forma parte da loteria genética que tem uma força urgente no desenvolvimento da vida.

A pergunta é se essa estrutura emocional determinada biológicamente pode ser modificada pela experiência. As pessoas podem se diferenciar pela forma na que as suas emoções se disparam, no quanto duram e quão intensas se tornam.

O cérebro humano não está totalmente formado no momento do nascimento. Ele segue modelándo-se ao largo da vida, e seu crescimento mais intenso se produz durante a infancia. A vida em família é a nossa primeira escola para o aprendizado emocional; nessa caldeira aprendemos como nos sentimos em respeito a nós mesmos, e como os outros reacionarão aos nossos sentimentos; como pensar sobre esses sentimentos e quais alternativas temos; a interpretar e expressar esperanças e temores.

Esta escola emocional não opera somente através das coisas que os pais dizem ou fazem diretamente com as crianças, mas também nos modelos que oferecem para enfrentar a seus próprios sentimentos e aos que produzem entre marido e mulher.
Por essa razão é possível modificar em parte o temperamento.

Alfabetismo emocional


Os estudos emocionais nas crianças demonstram um declínio nas condições emocionais ao largo da industrialização do mundo. Esta tendência reflete ansiedade e depressão, desordens de atenção e condutas delitivas.

Tanto a crianças como a adultos lhes deveria treinar com as 5 habilidades da inteligência emocional. A antiga palavra para estas destrezas é ‘caráter’. Colocar a um lado os impulsos e o enfoque sobre sí mesmo abre o caminho para a empatía, o entendimento e a aceitação das diferentes perspectivas que existem no mundo.

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